Realidade do surreal; emancipação da existência material em pensamento; objecto da iluminação do devaneio imortal...
O mundo nasceu arte; o mundo fez o homem; o homem construiu fantasias, pensamentos, ideias... e são estas que dão ao homem a capacidade de criar, construir, edificar algo novo, que acrescenta ao Mundo consumado e perfeito as imperfeições necessárias para que este se torne real.
A arte é realidade;
A realidade é imperfeita;
O homem é real, logo é imperfeito...
Tudo o que fazemos é imperfeito...a perfeição não existe...
O que fazemos é real, mas também o que não concretizamos o é.
O surreal é real, o que não existe são lendas...tudo é verdade.
A realidade é o que nós ambicionar-mos, porque de tudo o que possam chamar de ilusão, o homem terá sempre a obstinação necessária para argumentar.
Apenas o homem escolhe o que é real...a nossa mente é omnipotente, e o que pensarmos irá sem dúvida existir. Basta termos o mundo como tela, o tempo como pincel, e as ideias como artistas...
A arte é o que é real...
Tudo é real...
Tudo é Arte...
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