Para ser pombo é fundamental ter reacção, não basta saber voar.
Eu sei voar porque o meu céu é o chão (limitado).
A natureza do pensamento é singular e forasteira á razão (razão e raciocínio não são pensamentos),
pensar é teorizar - criar métodos não é coisa de lunático... mas o lunático pensa.
Ser lunático é como ser um filósofo, pensar do nada, mas pensar muito.
Dia da Discórdia:
Pensar mas nada dizer ou nada pensar mas tudo dizer?
De que serve pensar sem nada dizer?
Qual a finalidade de conservar pensamentos?
O Guardador de Pensamentos é o mísero avarento da sociedade.
Então e o que chamar ao Distribuidor de Palavras?
Simples - Lunático.
O "nada" é relativo. O "nada" não existe, porque nada é impossível... nem uma aglutinação da razão com o lunatismo...
O avaro mental não partilha pensamentos e soluções - ladrão de palavras!!!
O lunático pensa relativamente...um pensamento quase que nada pensado... e desse "nada" pensado fala palavras - dá aos "racionalistas" motivos para pensar.
A razão é por vezes muda e surda; tal como os racionalistas, filósofos, teóricos, professores, matemáticos, cientistas, políticos e afins...
Chega a um ponto em que a razão é tanta que se perde nela mesma, no seu significado e na sua razão de existência... e eles acabam por falar sozinhos.
Um lunático nunca fala sozinho.
Um lunático é geralmente confundido com o homem embriagado, com o psicopata, com o parvo e com outros "exilados" da sociedade racionalista (falsificada).
O lunático não dá apenas motivos aos outros para pensar.
O lunático no seu "nada" universal também pensa as palavras.
O lunático nunca fala sozinho, porque mesmo que fale para o ar, mesmo que ninguém esteja á sua volta, mesmo que esteja sozinho no vácuo... ele dirá palavras e ele mesmo escutará o que disse...
Fala! - Pátria;
Pensa! - Divisão.
Fala! - Religião;
Pensa! - Conveniência.
Fala! - Família;
Pensa! - Natureza, Palavra e Destruição.
Subversão da mente, do espírito, da alma.
A Mãe Natureza criou-nos com o dom de pensar... deu a uns o destino de pensar e a outros o de criar. Injustiça divina!!!
Sou lunático, não tenho razão mas penso um "nada" importante - penso.
Sou lunático, falo comigo mesmo - falo para pensar.
Sou lunático, não penso para criar, no entanto sou criativo - só penso para destruir.
É urgente construir. A destruição é criatividade.
Sou criativo quando não penso. Sou criativo quando penso.
Sou bipolar? Não sou lunático - inconformista, anarquista nas palavras, criativo nos pensamentos.
Não penso quando a necessidade urge, penso quando quero.
A Liberdade é um atributo da Criadora - sou livre de ser livre; sou livre de pensar; sou livre de criar; sou livre de voar... mas não sou livre para pensar e depois falar.
Porquê?
Não sei... ou não quero saber... ou então quero... mas não sei... apenas sei que não sei... ou então já sei mas não quero dizer... mas não sei se sei... então quem sabe?
Eu. Quem sou eu? Sou ninguém; sou alguém. Sou um lunático - aquele que fala para pensar.
Eu sou um pombo, sei voar... mas não tenho reacção porque a sociedade "colide" sempre comigo - sou lunático.
Se calhar não sou um pombo... Acho que sou um pavão...
I'm Happy
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Redenção
Livre por ser; preso por querer.
As masmorras do declínio debruçam-se sobre a sua própria decadência,
Trilhando a cruzada da imortalidade em que nada resta - apenas ódio.
Ódio - paixão pela destruição. A ruína da era do ferro e do betão,
Ímpios á Mãe, ao Sol... ao absoluto. Enquanto o gládio se sustiver
No arbítrio atónito do Ser débil em que nada resta, a sombra será
A dignificação da desgraça; memória irreal; redução da razão.
Dedução - morte aos conceitos! Ideia bárbara em que ele,
O Cepticismo ( jurisdição do meu preconizado ego) se submete
Ao que Penso e Existo mas se não pensasse existiria, e
Existir é intolerável pois penso ar, pó e cinza e existo sem existir.
Vassalo! Ordem na tese fulcral - o Cogito não é argumento.
Ser ou não ser... a questão não é essa. A questão não
Existe. O escravo não inquire... a universalidade é
Escravidão.
Nada! Nada! Nada!... tudo... mas nada...
Questiona-te estoicidade; porque Demos crias-te o metal?
Indústria Humana - Apocalipse temporal, real, incomensurável,
Nunca espiritual. Ri da morte. Escravo não morre,
A escravidão já o matou. Raiva ao zinco, cobre, aço,
Ferro, betão, lítio, Homem metálico. Lúcifer, o escravo.
Enxofre forjador do infernal Inferno; tornas-te a Mulher
Nova Lilith. Vingança! Preconizas-te sombras, morte,
Noite. Alvorada inflamável, queima o fogo, incinera-me os actos
Dá-me Voz. Mãe, Mulher... minha Virgem, minha Deusa
Não procuro salvação, procuro redenção. O gládio é
Agora teu. Tens as minhas mãos, espírito e estupidez.
Livre por ser; preso... nunca mais. Penso.
Liberta-me Criadora, Mãe, Deusa... Mulher.
Servo teu - sou livre. Liberdade minha, só minha
Morte sem questão, conhecimento e vida; paixão - ódio
por mim. Liberdade - existência da voz. A voz és tu...
Liberta-me! Liberta-me! Liberta-me!
As masmorras do declínio debruçam-se sobre a sua própria decadência,
Trilhando a cruzada da imortalidade em que nada resta - apenas ódio.
Ódio - paixão pela destruição. A ruína da era do ferro e do betão,
Ímpios á Mãe, ao Sol... ao absoluto. Enquanto o gládio se sustiver
No arbítrio atónito do Ser débil em que nada resta, a sombra será
A dignificação da desgraça; memória irreal; redução da razão.
Dedução - morte aos conceitos! Ideia bárbara em que ele,
O Cepticismo ( jurisdição do meu preconizado ego) se submete
Ao que Penso e Existo mas se não pensasse existiria, e
Existir é intolerável pois penso ar, pó e cinza e existo sem existir.
Vassalo! Ordem na tese fulcral - o Cogito não é argumento.
Ser ou não ser... a questão não é essa. A questão não
Existe. O escravo não inquire... a universalidade é
Escravidão.
Nada! Nada! Nada!... tudo... mas nada...
Questiona-te estoicidade; porque Demos crias-te o metal?
Indústria Humana - Apocalipse temporal, real, incomensurável,
Nunca espiritual. Ri da morte. Escravo não morre,
A escravidão já o matou. Raiva ao zinco, cobre, aço,
Ferro, betão, lítio, Homem metálico. Lúcifer, o escravo.
Enxofre forjador do infernal Inferno; tornas-te a Mulher
Nova Lilith. Vingança! Preconizas-te sombras, morte,
Noite. Alvorada inflamável, queima o fogo, incinera-me os actos
Dá-me Voz. Mãe, Mulher... minha Virgem, minha Deusa
Não procuro salvação, procuro redenção. O gládio é
Agora teu. Tens as minhas mãos, espírito e estupidez.
Livre por ser; preso... nunca mais. Penso.
Liberta-me Criadora, Mãe, Deusa... Mulher.
Servo teu - sou livre. Liberdade minha, só minha
Morte sem questão, conhecimento e vida; paixão - ódio
por mim. Liberdade - existência da voz. A voz és tu...
Liberta-me! Liberta-me! Liberta-me!
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